Friday, February 24, 2006
Romance
Vamos agora começar aqui uma pesquisa, agradeço a todos os leitores que deixem frases que achem bonitas de se dizer a uma bebé:
Eu começo com um clássico, cujo autor vai ficar anónimo por enquanto. Nós sabemos quem é. É alguém digno de muito respeito.
Ora bem:
Depois da noite bem passada,
"Eu não quero ser visto contigo na rua."
É sempre bonito, e mostra-lhes o seu devido lugar.
Eu começo com um clássico, cujo autor vai ficar anónimo por enquanto. Nós sabemos quem é. É alguém digno de muito respeito.
Ora bem:
Depois da noite bem passada,
"Eu não quero ser visto contigo na rua."
É sempre bonito, e mostra-lhes o seu devido lugar.
Monday, February 06, 2006
Provérbio
- "Maravilha, maravilha. É tirar da mãe, e meter na filha."
Claro que é preciso escolher o par muito bem escolhido, mas daí o prazer acrescido.
Claro que é preciso escolher o par muito bem escolhido, mas daí o prazer acrescido.
Thursday, January 26, 2006
Razões para viver na idade média
Começo agora a enumerar razões para viver na idade média... à medida que me lembre, adicionarei mais...
1º Podiamos andar e usar uma espada, salvo algumas excepções em períodos de tempo específicos.
2º As mulheres, ou sabiam comportar-se, ou eram bruxas.
3º Em caso de ser nobre, podiamos fazer o que queriamos. Sendo plebeus, não tinhamos muito em que pensar.
4º Se optássemos pelo clero, podiamos fazer o que quisessemos com a vantagem de saber ler.
5º Desse por onde desse, não se vivia muito tempo, ou seja, menos stress porque sabiamos que não durávamos.
6º Doenças como SIDA, hepatites, sífilis ou assim, não eram conhecidas, não existiam, ou simplesmente ninguém
queria saber.
7º Podiamos andar com uma espada.(Gosto mesmo desta...)
8º Trabalhava-se de sol a sol, sem 13ºs ou férias, sem seguranças sociais, ou contas poupança reforma. Como é que isto
é uma vantagem? Não sei...mas deve haver alguma.
9º Ter vários filhos não era motivo para divórcios, aliàs, a Santa Igreja não permitia essas modernices. Antes pelo
contrário ter vários filhos de mulheres diferentes era sinal de virilidade. Desde que a legítima tivesse um puto
também para garantir a continuidade da linha legítima.
10º É um facto conhecido que toda a gente encornava toda a gente e ninguém se chateava assim tanto com isso.
e mais?
1º Podiamos andar e usar uma espada, salvo algumas excepções em períodos de tempo específicos.
2º As mulheres, ou sabiam comportar-se, ou eram bruxas.
3º Em caso de ser nobre, podiamos fazer o que queriamos. Sendo plebeus, não tinhamos muito em que pensar.
4º Se optássemos pelo clero, podiamos fazer o que quisessemos com a vantagem de saber ler.
5º Desse por onde desse, não se vivia muito tempo, ou seja, menos stress porque sabiamos que não durávamos.
6º Doenças como SIDA, hepatites, sífilis ou assim, não eram conhecidas, não existiam, ou simplesmente ninguém
queria saber.
7º Podiamos andar com uma espada.(Gosto mesmo desta...)
8º Trabalhava-se de sol a sol, sem 13ºs ou férias, sem seguranças sociais, ou contas poupança reforma. Como é que isto
é uma vantagem? Não sei...mas deve haver alguma.
9º Ter vários filhos não era motivo para divórcios, aliàs, a Santa Igreja não permitia essas modernices. Antes pelo
contrário ter vários filhos de mulheres diferentes era sinal de virilidade. Desde que a legítima tivesse um puto
também para garantir a continuidade da linha legítima.
10º É um facto conhecido que toda a gente encornava toda a gente e ninguém se chateava assim tanto com isso.
e mais?
Sunday, December 11, 2005
Como receber o homem depois de um dia de trabalho
Esta fotografia ilustra bem a arte de bem receber e cativar o marido.
É uma técnica milenar nascida na India e documentada nessa obra de referência, o incontornável Kama Sutra.

É uma técnica milenar nascida na India e documentada nessa obra de referência, o incontornável Kama Sutra.

Monday, October 31, 2005
Cultura I
Para não dizerem que isto é só posts machistas e assim, e porque o blog tem andado parado, porque eu não tenho assim tanto tempo livre.
Os próximos posts vão ser a Biografia do Marquês de Marialva...
...e porquê?
Porque me apetece.
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Marialva (D. António Luís de Meneses, 3.º conde de Cantanhede, e 1.º marquês de).
n. f. 16 de Agosto de 1675.
General do exército do Alentejo, conselheiro de Estado e de guerra, um dos generais que mais se distinguiram na guerra da Restauração de 1640.
Acerca da data do seu nascimento divergem alguns biógrafos; parece, porém, que deve merecer maior crédito o escritor coevo conde da Ericeira, D. Luís de Meneses, que na sua obra o Portugal Restaurado, dá em 1657 D. António Luís de Meneses com mais de 60 anos, vindo, portanto, a nascer ainda no século XVI. Faleceu em 16 de Agosto de 1675, como diz P. Francisco de Santa Maria, no vol. II do Anno Historico, e D. António Caetano de Sousa, nas Memorias historicas e genealogicas dos grandes de Portugal, posto que por engano tivesse dito 19 de Maio no tomo V da Historia Genealogica.
Era filho do 2.º conde de Cantanhede, de quem herdou o título, D. Pedro de Meneses, e de sua mulher, D. Constança de Gusmão, filha do 1.º conde de Vila Franca, Rui Gonçalves da Câmara. Continuas lutas se seguiram à revolução do 1.º de Dezembro de 1640, provocadas pelos exércitos castelhanos, que procuravam energicamente passar as fronteiras de Portugal; o conde de Cantanhede tomou parte muito activa nestas lutas, distinguindo-se sempre pelo seu grande arrojo e valentia. Fora nomeado coronel no próprio dia 1.º de Dezembro, quando se realizou a aclamação de D. João IV. Organizou-se depois em Coimbra um regimento de 1.660 homens, de que ele era o comandante, regimento que se tornou muito afamado pelas provas de valor e de intrepidez com que sempre se distinguia nos combates em que entrava. Quando em 1641 o coronel conde de Cantanhede chegou a Cascais, el-rei quis recompensar-lhe os serviços prestados em honra da pátria, dando-lhe um lugar da maior importância e confiança na corte, que o distinto fidalgo não aceitou, porque a carreira das armas, para que tinha decidida vocação, lhe fazia antever um futuro brilhante de vitórias e de feitos heróicos. Quando era preciso reforçar as tropas que guarneciam as fronteiras, recorria-se sempre ao valioso auxílio de D. António Luís de Meneses.
...
---------------------------
Mais virá...
Os próximos posts vão ser a Biografia do Marquês de Marialva...
...e porquê?
Porque me apetece.
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Marialva (D. António Luís de Meneses, 3.º conde de Cantanhede, e 1.º marquês de).
n. f. 16 de Agosto de 1675.
General do exército do Alentejo, conselheiro de Estado e de guerra, um dos generais que mais se distinguiram na guerra da Restauração de 1640.
Acerca da data do seu nascimento divergem alguns biógrafos; parece, porém, que deve merecer maior crédito o escritor coevo conde da Ericeira, D. Luís de Meneses, que na sua obra o Portugal Restaurado, dá em 1657 D. António Luís de Meneses com mais de 60 anos, vindo, portanto, a nascer ainda no século XVI. Faleceu em 16 de Agosto de 1675, como diz P. Francisco de Santa Maria, no vol. II do Anno Historico, e D. António Caetano de Sousa, nas Memorias historicas e genealogicas dos grandes de Portugal, posto que por engano tivesse dito 19 de Maio no tomo V da Historia Genealogica.
Era filho do 2.º conde de Cantanhede, de quem herdou o título, D. Pedro de Meneses, e de sua mulher, D. Constança de Gusmão, filha do 1.º conde de Vila Franca, Rui Gonçalves da Câmara. Continuas lutas se seguiram à revolução do 1.º de Dezembro de 1640, provocadas pelos exércitos castelhanos, que procuravam energicamente passar as fronteiras de Portugal; o conde de Cantanhede tomou parte muito activa nestas lutas, distinguindo-se sempre pelo seu grande arrojo e valentia. Fora nomeado coronel no próprio dia 1.º de Dezembro, quando se realizou a aclamação de D. João IV. Organizou-se depois em Coimbra um regimento de 1.660 homens, de que ele era o comandante, regimento que se tornou muito afamado pelas provas de valor e de intrepidez com que sempre se distinguia nos combates em que entrava. Quando em 1641 o coronel conde de Cantanhede chegou a Cascais, el-rei quis recompensar-lhe os serviços prestados em honra da pátria, dando-lhe um lugar da maior importância e confiança na corte, que o distinto fidalgo não aceitou, porque a carreira das armas, para que tinha decidida vocação, lhe fazia antever um futuro brilhante de vitórias e de feitos heróicos. Quando era preciso reforçar as tropas que guarneciam as fronteiras, recorria-se sempre ao valioso auxílio de D. António Luís de Meneses.
...
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Mais virá...
Tuesday, October 04, 2005
Artigo
Este senhor escreveu um artigo sobre este ser a que ele chamou playboy-marialva, obviamente não sabe convenientemente o que é um marialva a sério, mas, deu-se ao trabalho e até elaborou uma lista de características para este Playboy-Marialva, assim, apeteceu-me comentá-las para esclarecer um pouco mais, por isso, aqui vai(os comentários estarão a Negrito):
“O Playboy – Marialva por Luis S. Campos (Prof. Cat.)”
Texto completo em: http://www.isa.utl.pt/campus/2_marial.htm
-- CORTE --
...
Esse tipo, aqui designado por "marialva-playboy", apresenta algumas características evidentes que são:
- É sempre "filho-do-pai", podendo o pai ser: a) grande proprietário de terras; b) grande proprietário de fábricas; c) ambas as coisas.
Nem sempre, aqui já o Sr. Prof. comete a gafe de achar que Marialva é alguém de algum estrato social específico. É mentira, Marialva é antes de mais um modo de estar na vida, e um estado de espírito.
- Para ser genuíno é originário da terra riba-tejana, norte além-tejana ou estremanha confrontante.
O mesmo erro aplicado geográficamente, mas ainda assim, é notório que os marialvas tendem a aparecer mais nestas regiões, não na Estremadura, ísso é pátria de betalhada, o que parece ser o que o Sr. Prof. mais fala, nota-se a confusão. E faltam é claro as Beiras especialmente a Beira-Baixa.
- O animal que prefere, antes da mulher, é o cavalo.
Depois da mulher, sim. Antes NUNCA.
- O bicho que mais o interessa, depois da mulher, é o touro.
Assim sendo, logicamente, o touro vem em 3º lugar
- A mulher que o atrai é o apuramento sofisticado da fêmea leiteira andaluza com a égua árabe em período de cio.
Acertou uma!
- Os seus desportos preferidos são: 1º - a tourada; 2º - a farra depois da tourada.
Acertou duas!
- Ama nostalgicamente a guitarra mas não se confunde no fado alfacinha.
É por aí. Se bem que o fado alfacinha até se ouve bem.
- Assume nos fins- de-semana a indispensável prática equestre mas habitualmente cavalga um fórmula-dois artilhado.
Mais betalhada.
- Porque "noblesse-obligue", participa duas vezes por ano em saraus for-de-portas mas a discoteca é o seu poiso habitual.
Discotecas? Mais betalhada. O marialva reina em bares ou casas de amigos, onde se pode estar à vontade com os amigos. Discotecas só para quando é para ir à “caça”, mas geralmente consegue-se o mesmo efeito em qualquer bar.
- Por imposição familiar procura munir-se de um diploma de estudos - liceais ou mais ou menos agrícolas.
E mais confusão com a betalhada que tem terrenos à parva.
- Não desperdiça uma oportunidade, fora da quadra carnavalesca, para disfarçar-se com as vestes tradicionais da função.
Poderia ser, mas não é.
- Considera que portugueses de raça - autênticos - são só ele e alguns confrades com pedigree .
Se pedigree for tê-los no sítio e dois dedos de cabeça. Pode ser. O que o Sr. Prof. parece achar... Não é.
E , porque acha que tem raízes na terra, o "marialva-playboy" exibe habitualmente um potencial telúrico apreciável, o qual evidencia em todas as circunstâncias e em particular na troca pessoal de opiniões - enfrentando normalmente o opositar á chapada, sobretudo se na ocasião do diálogo já transitou pelos copos.
Se tem de ser, tem de ser. Necessário é ir com a honra limpa para casa.
E ele concluí:
Temos, pois, que o exemplar em análise é herdeiro de meia costela nobre de velho guerreiro lusíada, esclerosada embora pelos tropeções que uma história descuidada lhe deu mas parafinada por sublime instinto de sobrevivência. E que (aqui só para nós) do casamento do marialva com o playboy resultou este híbrido que não consegue ocular que já só aguenta os copos à custa de pepsmar, toma lorenim para acalmar o "medo" e, porque se deita dada vez mais sozinho... só dorme com soporíferos.
Emfim, o playboy-marialva poderá não ter subsídio do Fundo Social Europeu - mas é português e é nosso! Cumpre-nos, por isso, preservá-lo para que não se extinga.
(in "Viver sem Trabalhar", ed. Europress)
Enfim o Sr. Prof. falou de um “animal” que até tem algumas proximidades com o verdadeiro marialva. Mas pronto, não é bem assim.
Na verdade usei este texto apenas esclarecer um pouco mais o que é um marialva, porque me posso dar ao luxo de o comentar.
“O Playboy – Marialva por Luis S. Campos (Prof. Cat.)”
Texto completo em: http://www.isa.utl.pt/campus/2_marial.htm
-- CORTE --
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Esse tipo, aqui designado por "marialva-playboy", apresenta algumas características evidentes que são:
- É sempre "filho-do-pai", podendo o pai ser: a) grande proprietário de terras; b) grande proprietário de fábricas; c) ambas as coisas.
Nem sempre, aqui já o Sr. Prof. comete a gafe de achar que Marialva é alguém de algum estrato social específico. É mentira, Marialva é antes de mais um modo de estar na vida, e um estado de espírito.
- Para ser genuíno é originário da terra riba-tejana, norte além-tejana ou estremanha confrontante.
O mesmo erro aplicado geográficamente, mas ainda assim, é notório que os marialvas tendem a aparecer mais nestas regiões, não na Estremadura, ísso é pátria de betalhada, o que parece ser o que o Sr. Prof. mais fala, nota-se a confusão. E faltam é claro as Beiras especialmente a Beira-Baixa.
- O animal que prefere, antes da mulher, é o cavalo.
Depois da mulher, sim. Antes NUNCA.
- O bicho que mais o interessa, depois da mulher, é o touro.
Assim sendo, logicamente, o touro vem em 3º lugar
- A mulher que o atrai é o apuramento sofisticado da fêmea leiteira andaluza com a égua árabe em período de cio.
Acertou uma!
- Os seus desportos preferidos são: 1º - a tourada; 2º - a farra depois da tourada.
Acertou duas!
- Ama nostalgicamente a guitarra mas não se confunde no fado alfacinha.
É por aí. Se bem que o fado alfacinha até se ouve bem.
- Assume nos fins- de-semana a indispensável prática equestre mas habitualmente cavalga um fórmula-dois artilhado.
Mais betalhada.
- Porque "noblesse-obligue", participa duas vezes por ano em saraus for-de-portas mas a discoteca é o seu poiso habitual.
Discotecas? Mais betalhada. O marialva reina em bares ou casas de amigos, onde se pode estar à vontade com os amigos. Discotecas só para quando é para ir à “caça”, mas geralmente consegue-se o mesmo efeito em qualquer bar.
- Por imposição familiar procura munir-se de um diploma de estudos - liceais ou mais ou menos agrícolas.
E mais confusão com a betalhada que tem terrenos à parva.
- Não desperdiça uma oportunidade, fora da quadra carnavalesca, para disfarçar-se com as vestes tradicionais da função.
Poderia ser, mas não é.
- Considera que portugueses de raça - autênticos - são só ele e alguns confrades com pedigree .
Se pedigree for tê-los no sítio e dois dedos de cabeça. Pode ser. O que o Sr. Prof. parece achar... Não é.
E , porque acha que tem raízes na terra, o "marialva-playboy" exibe habitualmente um potencial telúrico apreciável, o qual evidencia em todas as circunstâncias e em particular na troca pessoal de opiniões - enfrentando normalmente o opositar á chapada, sobretudo se na ocasião do diálogo já transitou pelos copos.
Se tem de ser, tem de ser. Necessário é ir com a honra limpa para casa.
E ele concluí:
Temos, pois, que o exemplar em análise é herdeiro de meia costela nobre de velho guerreiro lusíada, esclerosada embora pelos tropeções que uma história descuidada lhe deu mas parafinada por sublime instinto de sobrevivência. E que (aqui só para nós) do casamento do marialva com o playboy resultou este híbrido que não consegue ocular que já só aguenta os copos à custa de pepsmar, toma lorenim para acalmar o "medo" e, porque se deita dada vez mais sozinho... só dorme com soporíferos.
Emfim, o playboy-marialva poderá não ter subsídio do Fundo Social Europeu - mas é português e é nosso! Cumpre-nos, por isso, preservá-lo para que não se extinga.
(in "Viver sem Trabalhar", ed. Europress)
Enfim o Sr. Prof. falou de um “animal” que até tem algumas proximidades com o verdadeiro marialva. Mas pronto, não é bem assim.
Na verdade usei este texto apenas esclarecer um pouco mais o que é um marialva, porque me posso dar ao luxo de o comentar.
Friday, September 09, 2005
Ser Marialva ou...??
Como já foi dito:"Um marialva é um Homem que não tem medo de ninguém, gosta de touradas, fado, vinho, e mulheres, muitas mulheres...Em linguagem mundana e refinada, é resumido em "Putas e vinho verde"."
Isto, podem dizer, não é o melhor modelo de vida.Claro que afinal até é mas pronto... admitindo que pode não ser. É ainda assim muito melhor modelo do que o adoptado pelos portugueses últimamente. Que é o modelo do conformismo.
Só se vê por aí é gente de ombros caidos e costas curvadas de tanto aguentar a merda que lhes fazem aturar. Ora bem, isto é melhor? Ser "civilizado" e "moderninho" é isto? Porque a outra hipótese é dar em metrosexual, ou seja, paneleiro, mais ou menos disfarçado. Ou seja, não ligar a nada, ou ligar a coisas que não interessam nada.
Assim... vendo isto... só chego à conclusão que o Marialvismo é o melhor modelo de vida para um bom português, porque no mínimo acredita em alguma coisa e não atura merdas de gajos que não valem sequer uma... merda.
por agora... é isto...
Isto, podem dizer, não é o melhor modelo de vida.Claro que afinal até é mas pronto... admitindo que pode não ser. É ainda assim muito melhor modelo do que o adoptado pelos portugueses últimamente. Que é o modelo do conformismo.
Só se vê por aí é gente de ombros caidos e costas curvadas de tanto aguentar a merda que lhes fazem aturar. Ora bem, isto é melhor? Ser "civilizado" e "moderninho" é isto? Porque a outra hipótese é dar em metrosexual, ou seja, paneleiro, mais ou menos disfarçado. Ou seja, não ligar a nada, ou ligar a coisas que não interessam nada.
Assim... vendo isto... só chego à conclusão que o Marialvismo é o melhor modelo de vida para um bom português, porque no mínimo acredita em alguma coisa e não atura merdas de gajos que não valem sequer uma... merda.
por agora... é isto...